Partindo do pressuposto de que Leolino Cordeiro, não era um homem de grandes posses, não só por informações que se tem da vida modesta de seus filhos, Gabriel e Ana, mas da patente de Alferes que ocupava na Guarda Nacional. Mas é bom lembrar que independente da patente, ser membro da Guarda Nacional só era possível para os mais ricos daquele tempo. Ainda e cedo para afirmar a condição de vida de outros filhos já identificados. Mas, possivelmente, Teotônio Cordeiro de Oliveira teve a família mais numerosa e prospera, de toda descendência de Leolino e Emília.
Sendo Leolino um homem sem grandes posses, coube ao seu filho Teotônio uma única alternativa: suas posses são frutos de seu trabalho! Descartando a herança, o seu trabalho e capacidade são as razões que proporcionaram o acumulo de tantas propriedades.
Em 2008 tive muita conversa com um tio meu: Pedro Cordeiro de Macedo, falecido em 2016, ele falou-me por mais de uma vez, que: "Certo dia o seu pai, Teotônio, depois de trabalhar mais um dia para um fazendeiro de Ribeirão das Posses, pediu ao dono da propriedade uns abacaxis! Que o proprietário disse a ele que fosse plantar as frutas". A partir desse fato Teotônio tomou como lição e começou a trabalhar muito, economizar e comprar terras. Confesso que por anos tive certa dúvida dessa passagem contada por Tio Pedro, tudo indica que é uma situação real. A Ivanilde, a Viúva, sobrinha de Pedrinho Cordeiro confirmou essa afirmação. Ele afirmou ainda, que esse fazendeiro era apelidado de "Pilão". Esse fato deve ter ocorrido no final do XIX, na década de 1880.
Sendo Leolino um homem sem grandes posses, coube ao seu filho Teotônio uma única alternativa: suas posses são frutos de seu trabalho! Descartando a herança, o seu trabalho e capacidade são as razões que proporcionaram o acumulo de tantas propriedades.
Em 2008 tive muita conversa com um tio meu: Pedro Cordeiro de Macedo, falecido em 2016, ele falou-me por mais de uma vez, que: "Certo dia o seu pai, Teotônio, depois de trabalhar mais um dia para um fazendeiro de Ribeirão das Posses, pediu ao dono da propriedade uns abacaxis! Que o proprietário disse a ele que fosse plantar as frutas". A partir desse fato Teotônio tomou como lição e começou a trabalhar muito, economizar e comprar terras. Confesso que por anos tive certa dúvida dessa passagem contada por Tio Pedro, tudo indica que é uma situação real. A Ivanilde, a Viúva, sobrinha de Pedrinho Cordeiro confirmou essa afirmação. Ele afirmou ainda, que esse fazendeiro era apelidado de "Pilão". Esse fato deve ter ocorrido no final do XIX, na década de 1880.
Teotônio, na sua vida de trabalho acumulou alguns condições que favoreceram enormemente a sua prosperidade: ele tinha tropas e era grande produtor rural, além de morar em uma localidade muito próxima de Minas Novas e de Piedade, o Fanha. Tudo indica que disposição para o trabalho não faltava, como afirma a sobrinha de sua esposa, a Maria do Pio.
Ser dono de tropas e produtor rural o colocava com um passo à frente da maioria dos tropeiros. Os tropeiros compravam mercadorias para revender, já Teotônio as produzia. O rendimento era no mínimo o dobro. As proximidade dos centros consumidores de Piedade e de Minas Novas, potencializavam o caminho ao sucesso.
Assim Teotônio acabou ficando rico, tudo indica que as terras que tinham no Fanha foram compradas de familiares, não era possível que recebesse de herança diante de uma família tão numerosa. o Bigode, como mais de 6.000 hectares, foi comprado dos Franças, entre tantas outras propriedades que tinha.
Mas o mais admirável em meu avó, não é isso! Mas na relação fraterna que tinha com a esposa Mariquinha. Um exemplo! Quando ela faleceu ele ficou extremamente abatido. "Por várias vezes ao dia ia à porteira da propriedade, como se esperasse a esposa voltar." Assim afirma o neto Vicente Francisco, que por muitas vezes presenciou essa cena.
Alguns meses depois Teotônio veio a falecer, certeza que encontrou a esposa Mariquinha.
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